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Fernando Quadro: Publicando mapa com dados do OpenStreetMap (Parte 1)

OSGeo Planet - Mon, 2016-05-02 15:37

OpenStreetMap (OSM) contém uma grande riqueza de dados, mantido por uma comunidade mundial de mapeadores. Para mapear os dados com fonte aberta a única forma para que seja possível construir um conhecimento compartilhado é através da colaboração.

A construção de um mapa usando dados do OSM pode ser assustador: você tem que extrair os dados a partir do servidor central, ou encontrar um pacote de download; escolher e utilizar ferramentas para convertê-lo para seu banco de dados; produzir um produto cartográfico; e, escolher e usar uma ferramenta para publicar esse produto.

map1

Este tutorial irá explorar a implantação de um produto cartográfico usando um pequeno conjunto de ferramentas fácil de instalar:

1. OpenGeo Suíte, para armazenar os dados e publicá-los para o mundo.
2. Bash scripts e cURL para automatizar a configuração do mapa.

Para este post vou considerar que você já baixou e instalou o OpenGeo Suite, conectou ao servidor de banco de dados e criou uma instância com suporte espacial.

Estaremos construindo um mapa rodoviário com informações de uma única cidade. Para manter o volume de dados pequeno, vamos trabalhar com Victoria no Canadá para este exemplo.

Os arquivos de dados do OpenStreetMap para cidades estão disponíveis individualmente no site Mapzen. Nós iremos baixar e descompactar esses arquivos.

https://s3.amazonaws.com/metro-extracts.mapzen.com/victoria.osm2pgsql-shapefiles.zip

Dentro do arquivo zip contém arquivos de ponto, linha e polígono. A fim de alinhar os nomes de tabela com o nosso processamento mais adiante neste tutorial, vamos nomeá-los para planet_osm_point , planet_osm_line e planet_osm_polygon durante a importação. Se você importar utilizando a interface gráfica do pgShapeLoader, lembre-se do seguinte:

1. Definir o SRID dos dados para 4326
2. Definir os nomes da tabela de forma adequada conforme citado acima
3. Definir o nome da coluna de geometria

Nota: Você pode usar também o shp2pgsql (linha de comando), caso seja de sua preferência.

Os arquivos que baixamos no OSM incluem as informações das estradas, mas não possui dados do oceano. A fim de obter o mapeamento do oceano pronto, é preciso baixar um arquivo diferente.

Você pode baixar o arquivo oceano inteiro em http://openstreetmapdata.com. No entanto, o arquivo é muito grande, e pode precisar de muito processamento para usar em um projeto pequeno. Você pode baixar o arquivo dos oceanos já clipado para a nossa área de teste no link abaixo:

http://files.boundlessgeo.com/workshopmaterials/osm-base-victoria-ocean.zip

Depois de ter baixado o arquivo oceano, descompacte-o, e em seguida, carregue-o para o banco de dados.

Neste momento temos apenas quatro tabelas no nosso banco de dados: pontos, linhas, polígonos e o oceano. Para construir o mapa, nós selecionamos um subconjunto de tabelas genéricas. Para inseri-las no seu banco de dados basta executar o script create_tables.sql.

Esse script criará tabelas como hidrologia, parques, estacionamento, floresta, prédios, entre outros.

No próximo post veremos como configurar nossas tabelas no GeoServer, incluir estilos e publicá-los na web.

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gvSIG Team: gvSIG Festival: First virtual gvSIG Conference is coming!

OSGeo Planet - Mon, 2016-05-02 13:45

festival portada v03

From May 23rd to 27th there’s an event that you can’t miss: the first gvSIG Festival. In this case it doesn’t matter where you live or even what language you speak since you will be able to attend (virtually) more than twenty webinars in different languages

There is no doubt that gvSIG is increasingly worldwide project: if it has a strong implementation in Portuguese and Spanish speaking countries, it’s currently well-known in more an more countries, in every continent, in every language.

An idea that we were thinking about during the last months was to show varied experiences and in different languages, removing the limitations of the events in an only place. And this take us to this first gvSIG Festival.

From some weeks ago we have a webinar service at the gvSIG Association, so we have decided to organize a first virtual conference.

This time we have decided not to open call for presentations but inviting some colleagues of the gvSIG Community to tell us about some experiences related to the gvSIG technology (gvSIG Desktop, Online, Roads…). For sure at the next edition (we are sure that it will be successful!) we will open a period for sending proposals to convert it in a more global and open event.

We think that the program meets the objective to show the variety of uses and users that take part of the gvSIG Community.

There will be presentations in English, Spanish, French, Portuguese, Turkish and Russian.

We will count with speakers and works developed in Argentina, Brazil, Colombia, Costa Rica, Spain, United States of America, France, India, Italy, Kenya, Mexico, Paraguay, Russia, Somaliland, Turkey y Uruguay.

They will speak about how the gvSIG technology can be applied in different themes like mental health, civil protection, cooperation, historic studies, roads management, acoustic analysis, hydrology, tourism, urban analysis…, in conclusion about how gvSIG can help to meet the needs of the society and improve the life of the inhabitants of the Earth.

Working from a variety of countries, under the same project that is built on the collaboration, solidarity and shared knowledge bases.

You can consult the complete program in: www.gvsig.com/festival

Notes:

  • We will publish the information about how to register at the webinars soon. 
  • The webinar platform allows to connect  to the webinars from any operating system.
  • Attendees will be able to ask questions that will be answered during the webinar.

 


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Gis-Lab: Релиз GDAL 2.1

OSGeo Planet - Mon, 2016-05-02 13:36

Вышел релиз GDAL/OGR 2.1.0. GDAL/OGR это библиотека на C++ для доступа к пространственным
данным в растровых и векторных форматах, базам геоданных и веб сервисам. Библиотека
включает биндинги к нескольким языкам программирования и набор различных утилит
командной строки.

http://www.gdal.org/

Релиз 2.1.0 включает следующие новые возможности:

* RFC 26: Добавлено кеширование блоков для каналов очень больших растров (WMS, WMTS, …)
http://trac.osgeo.org/gdal/wiki/rfc26_blockcache
* RFC 48: Поддержка географической сетевой модели (Geographical networks, GNM)
​https://trac.osgeo.org/gdal/wiki/rfc48_geographical_networks_support
* RFC 58: Добавлена функция DeleteNoDataValue():
https://trac.osgeo.org/gdal/wiki/rfc58_removing_dataset_nodata_value
* RFC 59.1: Утилиты GDAL/OGR теперь доступны как функции библиотеки:
https://trac.osgeo.org/gdal/wiki/rfc59.1_utilities_as_a_library
Реализовано для gdalinfo, gdal_translate, gdalwarp, ogr2ogr, gdaldem, nearblack,
gdalgrid, gdal_rasterize, gdalbuildvrt и доступно в биндингах C, Python, Perl и Java.
* RFC 60: Добавлена поддержка нативных данных в OGR
​https://trac.osgeo.org/gdal/wiki/rfc60_improved_roundtripping_in_ogr
Implemented in GeoJSON driver
* RFC 61: Поддержка значения М в геометриях (XYM или XYZM).
​https://trac.osgeo.org/gdal/wiki/rfc61_support_for_measured_geometries
Реализовано в Shapefile, PostgreSQL/PostGIS, PGDump, MEM, SQLite,
GeoPackage, FileGDB, OpenFileGDB, CSV, VRT

* Новые растровые драйверы:
​CALS: чтение/запись для растров CALS Type I
​DB2: чтение/запись для БД DB2 (только Windows)
​ISCE: чтение/запись (#5991)
​MRF: read/write driver for Meta Raster Format (#6342)
​SAFE: чтение продука ESA SENTINEL-1 SAR (#6054)
​SENTINEL2: чтение продукта ESA SENTINEL-2 L1B/LC1/L2A
​WMTS: чтение сервисов OGC WMTS

* Новые векторные драйверы:
​AmigoCloud: чтение/запись сервиса AmigoCloud
​DB2: чтение/запись БД DB2 (только Windows)
​MongoDB: чтение/запись
​netCDF: чтение/запись
​VDV: чтение/запись VDV-451/VDV-452, со специализацией на специальном
Австрийском официальном открытом формате дорожного графа

* Существенные улучшение в драйверах:
​CSV: новые опции, возможность редактирования
​ElasticSearch: поддержка чтения/записи любых типов геометрий
​GeoJSON: поддержка редактирования существующих файлов, поддержка “нативных
данных” (RFC 60)
​MBTiles: Добавлена возможность записи растров. Исправления
​PDF: Добавлена библиотека PDFium в качестве возможного бэкенда.
​PLScenes: Добавлена поддержка V1 API
​VRT: Повышение разрешения многоканальных растров низкого разрешения по
панхроматическому каналу высокого разрешения (пан-шарпенинг) на лету
​GTiff: многопоточное сжатие для некоторых типов

* Библиотека Port: Добавлены виртуальные ФС ​/vsis3/, ​/vsis3_streaming/, ​/vsicrypt/

* Обновления БД СК EPSG до версии v8.8
* Общие улучшения, очистка кода, исправление предупреждений компилятора, а также
ошибок от статических анализаторов.
* Исправлены некоторые форматы для корректной работы со сбойными файлами (в
основном в American Fuzzy Lop)

Более подробную информацию по возможностям и исправлениям в релизе 2.1.0 можно
почитать по ссылке:

http://trac.osgeo.org/gdal/wiki/Release/2.1.0-News

Ссылки для скачивания:
* http://download.osgeo.org/gdal/2.1.0/gdal210.zip – исходники в zip
* http://download.osgeo.org/gdal/2.1.0/gdal-2.1.0.tar.gz – исходники в .tar.gz
* http://download.osgeo.org/gdal/2.1.0/gdal-2.1.0.tar.xz – исходники в .tar.xz
* http://download.osgeo.org/gdal/2.1.0/gdalautotest-2.1.0.tar.gz – тесты
* http://download.osgeo.org/gdal/2.1.0/gdal210doc.zip – документация / сайт

Руководство по миграции:
https://svn.osgeo.org/gdal/branches/2.1/gdal/MIGRATION_GUIDE.TXT

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gvSIG Team: gvSIG Festival: ¡Llegan las primeras jornadas virtuales de gvSIG!

OSGeo Planet - Mon, 2016-05-02 11:41

festival portada v03

Del 23 al 27 de mayo hay una cita que no os podéis perder: el primer gvSIG Festival. En este caso no importa dónde vivas e incluso que idioma hables, pues durante una semana vas a poder asistir (virtualmente) a más de una veintena de webinars en distintos idiomas.

No cabe duda que gvSIG es cada vez un proyecto más internacional: si en su primera fase de expansión tuvo una fuerte implantación en países de habla hispana y portuguesa, actualmente se está dando a conocer con fuerza en cada vez más países, en todos los continentes, en todos los idiomas.

Una idea que llevaba tiempo rondándonos por la cabeza era poder mostrar experiencias diversas y en diversos idiomas, eliminando las limitaciones que conlleva realizar un evento en un determinado lugar. Y eso nos lleva a este primer gvSIG Festival.

Desde hace unas semanas disponemos de un servicio de webinar en la Asociación gvSIG, con lo que ya sólo nos quedaba lanzarnos a la aventura de organizar unas primeras jornadas virtuales.

Nos hemos decidido a no hacer un llamado abierto a ponencias e invitar a algunos compañeros y compañeras de la Comunidad gvSIG a contarnos algunas experiencias relacionadas con la tecnología gvSIG (ya sea gvSIG Desktop, Online, Roads…). Eso sí, en la segunda edición (¡estamos seguros de que esto será un éxito!) abriremos convocatoria para convertir esta iniciativa en un evento todavía más global y abierto.

El programa creemos que cumple perfectamente con el objetivo de mostrar la variedad de usos y usuarios que forman parte de la Comunidad gvSIG.

Tendremos ponencias en Español, Francés, Inglés, Portugués, Ruso y Turco.

Contaremos con ponentes y trabajos desarrollados en Argentina, Brasil, Colombia, Costa Rica, España, Estados Unidos, Francia, India, Italia, Kenia, México, Paraguay, Rusia, Somaliland, Turquía y Uruguay.

Nos hablarán de cómo la tecnología gvSIG se puede aplicar a temas tan variopintos como la salud mental, protección civil, cooperación, estudios históricos, gestión de carreteras, análisis acústico, hidrología, turismo, análisis urbanos,…en definitiva, de como gvSIG puede ayudar a responder a las necesidades de la sociedad y a mejorar la vida de los habitantes de este planeta.

Trabajando desde una gran variedad de países, bajo un mismo proyecto que se construye sobre las bases de la colaboración, la solidaridad y el conocimiento compartido.

Podéis consultar el programa completo en: www.gvsig.com/festival

Notas:

– En breve publicaremos la información para inscribirse a los webinars.

– La plataforma de webinar permite conectarse desde cualquier sistema operativo.

– Los asistentes podrán realizar preguntas que serán contestadas durante el webinar.

 


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OSGeo News: GDAL/OGR 2.1.0 released

OSGeo Planet - Mon, 2016-05-02 10:22
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Even Rouault: GDAL/OGR 2.1.0 released

OSGeo Planet - Mon, 2016-05-02 09:48
On behalf of the GDAL/OGR development team and community, I am pleased to announce the release of GDAL/OGR 2.1.0.  GDAL/OGR is a C++ geospatial data access library for raster and vector file formats, databases and web services.  It includes bindings for several languages, and a variety of command line tools.
The 2.1.0 release is a major new feature release with the following highlights:
  • New GDAL/raster drivers:
    • ​CALS: read/write driver for CALS Type I rasters
    • ​DB2: read/write support for DB2 database (Windows only)
    • ​ISCE: read/write driver
    • ​MRF: read/write driver for Meta Raster Format
    • ​SAFE: read driver for ESA SENTINEL-1 SAR products
    • ​SENTINEL2: read driver for ESA SENTINEL-2 L1B/LC1/L2A products
    • ​WMTS: read driver for OGC WMTS services
  • New OGR/vector drivers:
    • ​AmigoCloud: read/write support for AmigoCloud mapping platform
    • ​DB2: read/write support for DB2 database (Windows only)
    • ​MongoDB: read/write driver
    • ​netCDF: read/write driver
    • ​VDV: read/write VDV-451/VDV-452 driver, with specialization for the Austrian official open government street graph format
  • Significantly improved drivers:
    • ​CSV: new options, editing capabilities of existing file
    • ​ElasticSearch: read support and support writing any geometry type
    • ​GeoJSON: editing capabilities of existing file, "native data" (RFC 60) support
    • ​MBTiles: add raster write support. fixes in open support
    • ​PDF: add PDFium library as a possible back-end.
    • ​PLScenes: add support for V1 API
    • ​VRT: on-the-fly pan-sharpening
    • ​GTiff: multi-threaded compression for some compression methods
  • Port library: add ​/vsis3/, ​/vsis3_streaming/, ​/vsicrypt/ virtual file systems
  • Upgrade to EPSG database v8.8 
  • General sanitization pass to clean-up code, fix a lot of compiler warnings, as well as issues pointed by static code analyzers.
  • Fixes in a number of drivers to be more robust against corrupted files . 
You can also find more complete information on the new features and fixes in the 2.1.0.
The release can be downloaded from:
  * http://download.osgeo.org/gdal/2.1.0/gdal210.zip - source as a zip
  * http://download.osgeo.org/gdal/2.1.0/gdal-2.1.0.tar.gz - source as .tar.gz
  * http://download.osgeo.org/gdal/2.1.0/gdal-2.1.0.tar.xz - source as .tar.xz
  * http://download.osgeo.org/gdal/2.1.0/gdal-grass-2.1.0.tar.gz - source of GDAL GRASS plugin
  * http://download.osgeo.org/gdal/2.1.0/gdalautotest-2.1.0.tar.gz - test suite
  * http://download.osgeo.org/gdal/2.1.0/gdal210doc.zip - documentation/website



As there have been a few changes that affect the behaviour of the library, developers are strongly advised to read the migration guide.
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Free and Open Source GIS Ramblings: How to create round maps in Print Composer

OSGeo Planet - Sun, 2016-05-01 13:53

If you follow me on Twitter, you’ve probably seen previews of my experiments with round maps. These experiments were motivated by a recent question on GIS.stackexchange whether this type of map can be created in QGIS and while it’s not very convenient right now, it is definitely possible:

http://www.quantarctica.org

All maps in this post are created using data from the Quantarctica project.

I’ve been planing to try the Quantarctica datasets for a long time and this use case is just perfect. When you download and open their project, you’ll see that they have already clipped all datasets to a circle around Antarctica:

Quantarctica project with some custom styling

Quantarctica project with some custom styling

Since the map of the full extent of the dataset is already clipped to a circle, the overview map is easy to deal with. The detail map on the other hand is rectangular by default:

circle_maps_start

Since we cannot change the shape of the map item, we have to use a mask instead. To create a circular mask, we can add an ellipse shape:

circle_maps_addellipse

The main challenge when creating the mask is that there is no inverted polygon renderer for shapes in print composer. I’ve evaluated to workarounds: First, I created a style with a wide white outline that would cover all map parts outside the circle shape. But this solution slowed the print composer down a lot. An alternative, which doesn’t suffer from this slowdown is using draw effects:

circle_maps_mask_style

In particular, I created a big outer glow effect:

circle_maps_mask_style_effect

Note that the effect only works if the symbol itself is not transparent. That’s why I set the symbol fill to black and used the Lighten blending mode:

circle_maps_mask

Voilà! Both maps appear are nicely circular.

It is worth noting though that this workaround has a downside: it is not possible to create automatic grids/graticules for these maps. The graticule in the overview map only works because it is a layer in the main project that was already clipped to the circular shape.

Finally, you can add more depth to your map by adding shadows. To create the shadow effect, I added additional ellipse items which are styled with a drop shadow draw effect. If you only enable the drop shadow effect, you will notice that the shadow is cut off at the ellipse bounding box. To avoid this undesired effect, you can add a transform effect, which reduces the size of the drawn shape and it’s shadow so that the shadow fits into the bounding box:

circle_maps_mask_shadow_effect

It requires some manual adjustments to place the shadow at the optimal location on top of the mask:

circle_maps_mask_shadow

Add another ellipse to create the shadow for the overview map.

For more cartography tips and tricks check my new book QGIS Map Design or join my QGIS training courses.


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Paul Ramsey: OGR FDW Update

OSGeo Planet - Fri, 2016-04-29 18:00

I’ve had a productive couple of weeks here, despite the intermittently lovely weather and the beginning of Little League baseball season (not coaching, just supporting my pitcher-in-training).

13 Days

The focus of my energies has been a long-awaited (by me) update to the OGR FDW extension for PostgreSQL. By binding the multi-format OGR library into PostgreSQL, we get access to the many formats supported by OGR, all with just one piece of extension code.

As usual, the hardest part of the coding was remembering how things worked in the first place! But after getting my head back in the game the new code flowed out and now I can reveal the new improved OGR FDW!

OGR FDW Update

The new features are:

  • Column name mapping between OGR layers and PgSQL tables is now completely configurable. The extension will attempt to guess mapping automagically, using names and type consistency, but you can over-ride mappings using the table-level column_name option.
  • Foreign tables are now updateable! That means, for OGR sources that support it, you can run INSERT, UPDATE and DELETE commands on your OGR FDW tables and the changes will be applied to the source.

    • You can control which tables and foreign servers are updateable by setting the UPDATEABLE option on the foreign server and foreign table definitions.
  • PostgreSQL 9.6 is supported. It’s not released yet, but we can now build against it.
  • Geometry type and spatial reference system are propogated from OGR. If your OGR source defines a geometry type and spatial reference identifier, the FDW tables in PostGIS will now reflect that, for easier integration with your local geometry data.
  • GDAL2 and GDAL1 are supported. Use of GDAL2 syntax has been made the default in the code-base, with mappings back to GDAL1 for compatibility, so the code is now future-ready.
  • Regression tests and continuous integration are in place, for improved code reliability. Thanks to help from Even Roualt, we are now using Travis-CI for integration testing, and I’ve enabled a growing number of integration tests.

As usual, I’m in debt to Regina Obe for her timely feedback and willingness to torture-test very fresh code.

For now, early adopters can get the code by cloning and building the project master branch, but I will be releasing a numbered version in a week or two when any obvious bugs have been shaken out.

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Fernando Quadro: Criando um aplicativo com OpenLayers 3 sem escrever código (Parte 2)

OSGeo Planet - Fri, 2016-04-29 10:21

No último post, iniciamos a criação da nossa webapp a partir de um projeto do QGIS. Agora, precisamos decidir como serão armazenados os dados para nosso aplicativo. Escolhendo a opção “Connect to this layer using” são apresentados uma série de opções.

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Os dados que temos para o nosso visualizador de eventos de inundação é uma amostra pequena, por isso usar diretamente o arquivo neste caso é questão de bom senso. Se tivéssemos um conjunto de dados maior ou dados dinâmicos poderíamos escolher para armazená-los no GeoServer ou PostGIS. No nosso caso, a simbologia será criado no aplicativo usando simbologia do OL3 que será renderizada pela própria aplicação.

Agora que nós definimos como queremos conectar as camadas precisamos decidir se queremos popups, e qual o conteúdo que gostaríamos de ter apresentado nele. Clicando em “Edit” abre a janela do editor de pop-up. Ela está inicialmente em branco, mas clicando em “Add all atributes” irá preenchê-lo com a tag [field_name] para cada campo da camada.

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No nosso caso, vamos ter um pop-up que mostra o nome do fluxo para as áreas inundadas, sem pop-up para as parcelas, e a camada de precipitação total terá um pop-up que mostra a precipitação mínima e máxima para essa área.

O próximo passo é a aba “Widgets” onde vemos um grande número de controles, ferramentas e widgets para nossa escolha. A seleção de um widget irá adicioná-la ao aplicativo, enquanto o botão direito sobre um widget vai lhe dar as opções de configuração do mesmo.

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Há obviamente muitas opções nesta tela. Para efeitos desta postagem vamos usar apenas os controles padrão e configurar a lista de camadas (Layer List) para permitir que o usuário mude a opacidade das mesmas.

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Vamos adicionar um “About Painel” para o aplicativo e editar o conteúdo para que os usuários saibam mais sobre o que eles estão visualizando.

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Uma vez que tenha configurado os controles e widgets vamos para a aba “Deploy”. Esta aba é usada para configurar as conexões com PostGIS e GeoServer. No nosso caso, não estamos publicando nossos dados em qualquer PostGIS ou GeoServer, por isso podemos ignorar e ir para aba “Settings”.

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A página de configurações (Settings) nos dá a oportunidade de definir como queremos lidar com o Extent do mapa, níveis de zoom, e estilo dos layers. Para a nossa aplicação, vamos aceitar todos os padrões.

Após terminar de configurar nossa aplicação vamos visualizar o aplicativo (Preview) e ver como ficou.

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Nossa aplicação de exemplo está pronta! Se quisermos fazer quaisquer mudanças podemos voltar e alterar qualquer uma das configurações para atender às nossas necessidades e pré-visualizar novamente. Uma vez que o aplicativo está configurado e pronto para ser publicado, clique em “Create App”. O construtor da webapp irá pedir-lhe um local para salvar os arquivos, criar seu aplicativo, e perguntará se você gostaria de vê-lo.

Nós temos uma aplicação concluída pronto para uso, executada com apenas alguns cliques do mouse e preenchimento de algumas telas. Em nenhum momento durante este processo foi necessário codificação.

O projeto “2013 Boulder County Flood Viewer” pode ser visto completo em http://wilson.boundlessps.com:8080/BoulderCountyFloods2013/

Esta publicação é uma tradução livre do post “Building an OpenLayers 3 Web App Without Writing Code” publicado pela Boundless.

Fonte: Boundless

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GeoSpatial Camptocamp: FOSSGIS 2016 & AGIT 2016

OSGeo Planet - Thu, 2016-04-28 15:33

Camptocamp participera à la conférence FOSSGIS qui se tiendra cette année en association avec AGIT à Salzbourg, en Autriche!

Cet article FOSSGIS 2016 & AGIT 2016 est apparu en premier sur Camptocamp.

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Paulo van Breugel: Use R to get gbif data into a GRASS database

OSGeo Planet - Thu, 2016-04-28 15:06
Introduction GBIF The Global Biodiversity Information Facility (GBIF) is an international open data infrastructure that allows anyone, anywhere to access data about all types of life on Earth, shared across national boundaries via the Internet. GBIF provides a single point of access through http://www.gbif.org/ to species records shared freely by hundreds of institutions worldwide. The […]
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Fernando Quadro: Criando um aplicativo com OpenLayers 3 sem escrever código (Parte 1)

OSGeo Planet - Thu, 2016-04-28 10:14

Construir uma aplicação web para exibir seus dados pode ser uma tarefa difícil se você não for um desenvolvedor, especialmente se você não está familiarizado com os conceitos de SIG.

A equipe do OpenGeo Suite (Boundless) tem buscado maneiras de ajudar seus clientes a construir mapas na web, aproveitando todas as funcionalidades agora disponíveis com o lançamento do OpenLayers 3 sem a necessidade de trabalhar a partir da linha de código.

Um dos mecanismos desenvolvido para isto foi um plugin para o QGIS. Este plugin permite você publicar um projeto feito no QGIS como um aplicativo web OpenLayers 3 (“OL3”), basta seguir algumas instruções e preencher alguns formulários. Isso não requer nenhuma habilidade de codificação.

O objetivo deste post é orientá-lo através dos passos necessários para transformar seu projeto do QGIS em uma aplicação web completa, tudo a partir do QGIS usando o plugin “Web App Builder”. A intenção é demonstrar a simplicidade de construção de um aplicativo sem a necessidade de recorrer ao código.

Para começar, você precisa instalar QGIS 2.8.2 (versão para o OpenGeo Suite). Esta opção está disponível (usando o Windows ou Mac OS X 10.9 e superior) em http://boundlessgeo.com/solutions/solutions-software/qgis/

Uma vez instalado o Web App Builder é acessível através dos menu de “Plugins”.

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No entanto, antes que possamos criar um aplicativo precisamos de um projeto QGIS com os dados de apoio. Neste exemplo iremos utilizar alguns dados de inundações em Boulder County, Colorado (2013) para criar um visualizador de eventos de inundação. Serão carregadas três camadas – Total de precipitação, as parcelas com inundações e as áreas inundadas.

Agora que temos o nosso projeto QGIS vamos construir um webapp!

Primeiro, escolha o menu Plugins -> Boundless -> Web App Builder. Isso fará com que abra a tela do Web App Builder para nos ajudar a definir a nossa aplicação.

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Esta janela vai nos ajudar no processo de criação do nosso aplicativo. Vamos começar pelo título do nosso aplicativo, escolhendo o ícone do logotipo, e selecionando um tema. Os temas podem ser ajustados para atender às suas necessidades específicas, usando o botão “Configure theme”. Neste exemplo vamos usar os valores padrão para o tema básico.

Sobre a aba “Base Layers”, podemos escolher qual serviço de mapa base que queremos usar e também selecionar as camadas que podem ser usadas como sobreposições. Para esta aplicação, vamos usar o MapQuest como a nossa camada de base para ajudar a mostrar o evento de chuva que possa ter ocorrido e fornecer ao usuário um contexto melhor do que um mapa de rodovia. As camadas de sobreposição proporcionam acesso a serviços que incluem clima quase em tempo real, rotulagem adicional, etc. Para este exemplo vamos usar o MapQuest Labels como serviço de sobreposição para mostrar nomes de cidades, estradas principais, etc. Agora vamos definir as camadas que desejamos colocar sobre o mapa base.

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Na guia “Layers” vamos configurar as camadas de dados que serão usadas em nossa aplicação. Por padrão, todas as camadas que foram adicionadas ao nosso projeto QGIS, com exceção das camadas base, vai aparecer na lista. No nosso caso temos apenas três camadas – se você tiver muitas camadas pode procurá-las usando a barra de busca na parte superior da caixa de diálogo. Queremos mostrar todas as camadas por isso vamos deixar todas marcadas.

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No próximo post daremos continuidade na criação da nossa aplicação web, não perca!

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longwayaround.org.uk: OpenLayers 2 Custom Build

OSGeo Planet - Tue, 2016-04-26 13:00

A bit of a blast from the past now that OpenLayers 3 has been released but it may be useful for someone who is working on or maintaining an OpenLayer 2 project.

Create a list of OpenLayers 2 classes used within a code base suitable for including in a custom build profile.

cd /path/to/your/js/ grep --ignore-case --recursive --no-filename --only-matching 'new OpenLayers\.[a-z0-9\.]*' | \ sed -e 's/new //' -e 's/\./\//g' -e 's/$/\.js/' | \ sort | \ uniq Explanation
  • Find instances of new OpenLayers.FOO in all source files below the current directory using grep
  • Remove "new " from each matching line, replace the dots which separate the parts of the class name with forward slashes and add .js to the end to complete the path all using sed (each -e applies an expression to each line)
  • Sort the list with sort
  • Remove duplicates with uniq
Caveats Vector Renderers

If you find OpenLayers/Layer/Vector.js in the list then the vector rendering classes will need to be included manually:

OpenLayers/Renderer/Canvas.js OpenLayers/Renderer/SVG.js OpenLayers/Renderer/VML.js Utility Classes

If you are using classes such as OpenLayers.Pixel, OpenLayers.LonLat. You will find that when using the build script you get an error as the source files can not be found as the class names do not match the location in the OpenLayers source. In most cases for these base classes you can simply remove them from the build config file as they will be automatically included as they are referenced by the other classes such as OpenLayers.Map.

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Fernando Quadro: GeoServer 2.9 beta 2 released

OSGeo Planet - Tue, 2016-04-26 10:23

A equipe do GeoServer anunciou no último dia 22 o lançamento do GeoServer 2.9-beta2. Na versão anterior 2.9-beta foi descoberta uma incompatibilidade com o Java 8, resultando em um planejamento de emergência e um atraso no cronograma de lançamento da versão 2.9.0.

Para esta versão podemos destacar como mais importante, os seguintes itens:

– Compatibilidade com o Java 8 (Oracle JDK e OpenJDK).
– GeoServer agora exige Servlet 3 (para Tomcat 7 ou superior, se você estiver fazendo uma instalação a partir de um arquivo WAR)
– Negative-date agora suportada (para compatibilidade com GeoNode)
– Nova API REST
– Atualização para Spring 4 e JAI-EXT 1.0.9

Esta versão 2.9-beta2 é lançada em conjunto com GeoTools 15-beta2 e GeoWebCache 1.9-beta2. Vale lembrar que versões beta são destinados ao feedback do público e não são recomendados para uso em produção.

Fonte: GeoServer Blog

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GeoSolutions: GeoSolutions’ Workshops at FOSS4G 2016

OSGeo Planet - Mon, 2016-04-25 15:12

FOSS4G 2016

Dear Readers,

As we have previously announced, GeoSolutions will be attending FOSS4G Bonn 2016, from 22nd to 26th of August. Our technical lead Andrea Aime together with our Director Simone Giannecchini will hold a few workshops involving GeoServer:

August 22nd, Monday:

  • Web Mapping with OGC Services and GeoServer: an Introduction. 9.00-13.00. More information here.

August 23rd, Tuesday:

  • I have data with TIME, ELEVATION and other dimensions: what can GeoServer do for me? 9.00-13.00. More information here.
  • Enterprise class deployment for GeoServer and GeoWebcache: Optimizing performances and robustness. 14.00-18.00. More information here.

Find the detailed workshops program here. We will update this blogpost in order to give you the full and definitive information about our workshops and presentations as they are finalized.

Contact us if you want further information! Hope to see you in Bonn next August to talk about GeoServer, MapStore, GeoNetwork as well as to discuss our our Enterprise Support Services can help your organization reach his goals with confidence.

The GeoSolutions Team,

Geosolutions
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Fernando Quadro: Encontre seu caminho com o OpenStreetMap

OSGeo Planet - Mon, 2016-04-25 10:41

OpenStreetMap (OSM) não é só para as ruas, ele também contém uma quantidade impressionante de trilhas para caminhadas. A questão então é a seguinte: Como posso extrair a rota do OpenStreetMap e usá-lo no meu GPS?

É isso que Bjorn Sandvik ensina seu blog, através de um passo a passo de como planejou sua caminhada que cruzará os Alpes de Oberstdorf a Vernago (Alemanha).

Neste tutorial, você verá como baixar os dados do OSM no formato shapefile, selecionar sua rota e exportá-la no formato GPX para utilizar no seu GPS.

Fonte: MasterMaps

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Paulo van Breugel: VIF stepwise variable selection

OSGeo Planet - Mon, 2016-04-25 09:09
Abstract In modelling, multicollinearity in the set of predictor variables is a potential problem. One way to detect multicollinearity is the variance inflation factor analysis (VIF). In GRASS GIS, the VIF for a set of variables can be computed using the r.vif addon. This addon furthermore let’s you select a subset of variables using a […]
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